
Explorando as demandas do mercado...
Dentre os indivíduos que podemos classificar como empresários empreendedores inovadores, estão aqueles que analisam o mercado, uma demanda do mesmo, a falta de uma solução (produto / serviço) para esta demanda e oferecem para este mercado, de forma inovadora, a tal solução. Um novo negócio (serviço / produto) que pode ser oferecido por organizações de indivíduos empreendedores, e que faz muita falta aqui no Brasil, é o terrorismo.
O terrorismo não é propriamente um objetivo, ele é sempre um meio para um fim. O fim é variável e determinado pelo indivíduo que se utiliza de tal recurso. Segundo o dicionário Delta-Aol:
“TERRORISMO s.m. Uso ou a ameaça de violência, com o objetivo de atemorizar um povo e enfraquecer sua resistência. — Entre os atos mais comuns de terrorismo estão o assassinato, o bombardeio e o seqüestro. O terrorismo político é utilizado para conquistar ou conservar o poder (...)”
Vejamos a situação deste negocio no país:
- Competição: no Brasil, não há concorrentes diretos nesse negócio. Não temos terroristas brasileiros notórios. A competição indireta (pelo tipo de serviço prestado à comunidade) seria com o crime organizado. Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar, Escadinha, ou qualquer outro Zé Pequeno foram grandes nomes, porém grandes nomes do crime organizado. Esta concorrência indireta poderia ser considerada até mesmo como público-alvo dos negócios terroristas; desta forma, realizando o serviço, a organização estaria eliminando seus concorrentes.
- Lucratividade: é um negócio que pode ser extremamente rentável, se bem aproveitado. Isto é, de vez em quando, alguma exigência como alguns milhões de dólares já tornaria o negócio lucrativo.
- Recursos necessários: fazer bombas hoje em dia, qualquer um pode aprender com os mil e um anarchy cookbooks, manuais de terroristas e tutoriais que circulam pela internet (Serviço de utilidade pública: clique aqui para aprender a fazer bombas e outros utensílios domésticos). A única dificuldade inicial é o capital de giro do negócio, ou seja, a verba inicial que manterá a operação, enquanto ela não se sustenta por si própria.
- Clientela: público-alvo deste serviço é o que não falta aqui no Brasil. Políticos, crime organizado, pessoas que dirigem mal, agências de publicidade etc.
- Demanda: com todos os escândalos de corrupção, mensalão etc. e tudo terminando em pizza, o “povo brasileiro” (como eu odeio essa expressão, me sinto um político de esquerda dando discurso) adoraria ver um serviço desses funcionando por aqui.
Podemos ver então, que a importação desse negócio para o Brasil traria inúmeros benefícios para o país, além de como vimos, ser possível e desejável. Agora, só falta eu arranjar patrocínio. Alguém se candidata?




Leia este blog no seu celular